EMV
Criptografia do cartão físico e da transação.
- Você contrata
- Gestão de chaves, preparação criptográfica do cartão e validação de PIN, CVV e criptogramas EMV durante a autorização.
- Conecta-se a
- Autorizador e bureau
O autorizador, o backoffice, o bureau e os canais permanecem. A MILETIA conecta a eles o núcleo criptográfico necessário para emitir, personalizar e validar cartões físicos e digitais.
Cartão com chip, cartão NFC e device NFC percorrem a mesma rede de aceitação até o autorizador. No fluxo de credenciais, o device se conecta alternativamente à Sua Wallet ou a Google Pay, Samsung Pay e Apple Pay; a opção escolhida se conecta ao módulo NFC.
Fluxo transacional: Cartão com chip, Cartão NFC ou Device NFC, POS, VAN de captura, Autorizador, MILETIA CaaS.
consulta ↔ resultado. CDE ↔ Backoffice e Portais; EMV ↔ Bureau escolhido; Device NFC → Sua Wallet (NFC COM A SDK MILETIA) ou Google Pay, Samsung Pay ou Apple Pay → NFC.
Uma camada modular de serviços, operada pela MILETIA e consumida por API. Cada módulo assume uma responsabilidade específica sem exigir a troca da plataforma que já processa o negócio do emissor.
Criptografia do cartão físico e da transação.
Perímetro seguro para os dados e o ciclo de vida do cartão.
Credenciais digitais para a carteira do próprio emissor.
EMV e CDE podem ser contratados isoladamente. NFC exige EMV porque a credencial digital depende das chaves e da validação criptográfica do cartão.
A MILETIA acrescenta a capacidade criptográfica. O emissor preserva o controle do produto, da autorização financeira e da experiência do portador.
A integração acontece nos pontos em que a operação já precisa de criptografia. O caminho financeiro da transação continua o mesmo; o CaaS entra como uma chamada especializada.
Do pedido do backoffice ao cartão pronto para uso.
O backoffice informa produto, BIN e dados necessários à emissão.
O CaaS gera PAN, token, PIN e material criptográfico conforme os módulos contratados.
O Data Preparation protegido é montado, enviado ao bureau escolhido e acompanhado até o retorno.
O backoffice recebe token e estado para operar o cartão sem manter o PAN em seus sistemas.
A decisão continua no autorizador; a prova criptográfica vem do CaaS.
O fluxo de captura entrega a transação ao autorizador que o emissor já utiliza.
O autorizador verifica saldo, limite, status, produto e controles de fraude.
O autorizador chama o CaaS para validar PIN, CVV ou ARQC e obter ARPC quando aplicável.
Com o resultado criptográfico, o autorizador aprova ou nega e responde pelo mesmo caminho existente.
A carteira do emissor ganha credenciais digitais ligadas ao mesmo fluxo de autorização.
O app e o backend do emissor iniciam o provisionamento do cartão no dispositivo.
O CaaS emite DPAN e chaves vinculadas ao dispositivo sem expor o PAN ao canal.
Ativação, suspensão, reativação e cancelamento acompanham o estado da credencial.
O criptograma NFC é validado e o autorizador mantém a decisão financeira da transação.
O CaaS confirma se a credencial, o PIN, o CVV ou o criptograma são autênticos. Quem aplica saldo, limite, risco e regras comerciais — e toma a decisão final — continua sendo o autorizador do emissor.
A arquitetura foi desenhada para acrescentar capacidade sem transferir complexidade operacional para o emissor.
A segurança aparece na separação de responsabilidades e na redução dos lugares em que dados e chaves precisam existir.
PAN, PIN e material criptográfico permanecem no perímetro do serviço; os demais sistemas trabalham com tokens e resultados de validação.
Operações de chaves e PIN são executadas em HSMs de pagamento certificados FIPS 140-2 Level 3, com controles de cerimônia e segregação.
Princípios e controles da ISO/IEC 27001:2022, do PCI DSS v4.0.1 e do PCI PIN orientam o projeto e a operação do CaaS.
A menção a ISO/IEC 27001, PCI DSS e PCI PIN não representa certificação, validação de conformidade ou Attestation of Compliance (AoC). O escopo aplicável a cada emissor depende de avaliação formal do seu ambiente.
Em uma avaliação técnica, a MILETIA identifica quais módulos entram no seu fluxo, quais sistemas permanecem e onde cada chamada se conecta à emissão e à autorização.